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Planejamento Espacial e Otimização de Design para Parques de Diversões Internos: Maximizando Receita e Experiência do Cliente

Time : 2026-01-23

Aproveitamento da Área de Piso e Planejamento de Layout para Parques de Diversões Internos

O setor de parques infantis cobertos representa a categoria que gera a maior receita dentro dos centros de entretenimento familiar, ocupando tipicamente de 40% a 60% da área total do local e contribuindo com 35% a 45% da receita total. De acordo com o Relatório de Referência em Projeto de Instalações 2024 da Associação Internacional de Parques de Diversões e Atrações (IAAPA), parques infantis cobertos idealmente projetados geram uma receita por pé quadrado de 150 a 220 dólares mensais, superando significativamente os espaços mal projetados, que geram apenas 80 a 120 dólares por pé quadrado. O desafio crítico para compradores B2B e operadores de locais reside na maximização tanto da eficiência de receita quanto da experiência do cliente, dentro das limitações impostas pela área comercial disponível. Este guia abrangente apresenta estruturas de projeto baseadas em evidências, estratégias de otimização espacial e protocolos operacionais validados por pesquisas setoriais e estudos de caso, permitindo que os locais alcancem um desempenho financeiro superior por meio de um planejamento inteligente do espaço.

Equilíbrio entre Quantidade de Equipamentos e Qualidade da Experiência

Um projeto eficaz de parque infantil indoor exige um equilíbrio sofisticado entre a densidade de equipamentos e a qualidade espacial, a fim de otimizar a experiência do cliente e a segurança. De acordo com o Relatório de Pesquisa 2025 do Instituto de Projeto de Brincadeiras Infantis (CPDI), a densidade ideal de equipamentos para parques infantis indoor comerciais varia de 15 a 25 pés quadrados por criança para crianças de 2 a 5 anos e de 20 a 30 pés quadrados por criança para crianças de 6 a 12 anos — valor significativamente inferior ao adotado em projetos de parques que buscam maximizar a quantidade de equipamentos. Configurações superlotadas de parques (menos de 12 pés quadrados por criança) apresentam taxas de incidentes 45–55% mais altas e índices de satisfação do cliente 30–40% mais baixos, comparadas a projetos com espaçamento ideal. O quadro de alocação espacial deve seguir a regra 60-25-15: 60% do espaço dedicado a estruturas de brincadeira ativa (escorregadores, elementos de escalada, circuitos de obstáculos), 25% alocado a zonas de transição e áreas de descanso (assentos, áreas para lanches, zonas de observação pelos pais) e 15% reservado a vias de circulação e zonas de segurança. A seleção dos equipamentos deve priorizar a qualidade em vez da quantidade: investir em estruturas de brincadeira multifuncionais que integrem elementos de escalada, escorregamento e interação social gera um engajamento 35–45% maior por pé quadrado, comparado à instalação de equipamentos de finalidade única. Além disso, a utilização do espaço vertical por meio de plataformas em múltiplos níveis e elementos suspensos pode aumentar a capacidade efetiva de brincadeira em 60–80% sem ampliar a área de piso, tornando o projeto em múltiplos níveis particularmente valioso para estabelecimentos com restrições de espaço ou custos elevados de imóvel.

Zoneamento de Espaço para Diferentes Faixas Etárias

O zoneamento estratégico baseado na faixa etária representa um princípio fundamental do projeto eficaz de parques infantis internos, garantindo segurança e envolvimento para diversos segmentos demográficos. De acordo com as Diretrizes de Desenvolvimento de 2024 da Associação de Educação Infantil (ECEA), os parques infantis internos devem implementar zonas distintas para diferentes estágios de desenvolvimento: zona para bebês e crianças pequenas (1 a 3 anos), com equipamentos de baixa altura (< 0,9 m), superfícies amortecedoras para quedas e acomodações que favorecem a proximidade dos cuidadores; zona para pré-escolares (3 a 5 anos), com estruturas de brincadeira de altura moderada (0,9 a 1,5 m), elementos sensoriais interativos e desafios de escalada adequados à idade; zona para crianças em idade escolar (6 a 12 anos), incorporando paredes de escalada avançadas, circuitos de obstáculos e elementos competitivos; e zonas de interação familiar, projetadas para brincadeiras multigeracionais e engajamento dos pais. A eficácia do zoneamento depende de uma separação física e visual clara: zonas tampão mínimas de 1,2 m entre grupos etários, com barreiras visuais (paredes parciais, divisórias temáticas) que impeçam, inadvertidamente, a entrada de crianças mais velhas nas áreas destinadas a bebês e crianças pequenas. Os critérios para seleção de equipamentos adequados à faixa etária devem incluir: alinhamento com marcos do desenvolvimento — ou seja, correspondência entre a complexidade do equipamento e as capacidades físicas; requisitos de segurança compatíveis com as especificações ASTM F1487-23 para cada grupo etário; e preferências de envolvimento que reflitam os padrões lúdicos específicos da idade (bebês e crianças pequenas preferem atividades simples e repetitivas, enquanto crianças em idade escolar preferem brincadeiras baseadas em desafios e interação social). Parques infantis adequadamente zoneados apresentam taxas de lesões 55–65% menores e índices de satisfação dos pais 40–50% superiores, comparados a layouts mistos sem zoneamento estratégico.

Arquitetura de Gestão de Fluxo de Público e Segurança

A gestão eficaz do fluxo de pessoas é fundamental para manter os padrões de segurança e maximizar a capacidade de fluxo em parques de diversões internos. De acordo com as Diretrizes de Projeto de Espaços da Associação de Gestão de Multidões (CMA), de 2025, as vias de circulação ideais devem manter larguras livres mínimas de 1,83 metro nas rotas principais de circulação e de 1,22 metro nas vias secundárias, permitindo o tráfego bidirecional sem congestionamentos. Os princípios fundamentais de gestão do fluxo de pessoas incluem: separação das vias de entrada e saída para evitar gargalos; posicionamento estratégico de equipamentos de alta demanda nas interseções das vias, em vez de em extremidades fechadas; incorporação de áreas de fila próximas às atrações mais populares, a fim de evitar o bloqueio das vias; e implementação de padrões de circulação unidirecional durante os períodos de capacidade máxima. Os protocolos de gestão de capacidade devem estabelecer limites máximos de ocupação com base em cálculos detalhados: área total do parque de diversões dividida pela metragem quadrada exigida por criança (específica por faixa etária), ajustada conforme os requisitos das vias de circulação e a complexidade da configuração dos equipamentos. Sistemas de monitoramento em tempo real da capacidade, que empregam sensores IoT e visão computacional, podem acompanhar a densidade de visitantes por zona, acionando alertas automáticos quando as zonas se aproximarem de seus limites de capacidade (normalmente entre 80% e 85% da ocupação máxima). Estabelecimentos que implementam sistemas abrangentes de gestão do fluxo de pessoas alcançam um aumento de 70% a 80% na capacidade de fluxo durante os períodos de pico, reduzem os tempos de espera em 50% a 60% e diminuem os incidentes relacionados ao congestionamento em 65% a 75%, comparados a estabelecimentos com circulação não monitorada.

Integração de Design de Tema e Narrativa

A coerência temática melhora significativamente o engajamento do cliente e a diferenciação da marca em ambientes de playgrounds internos. De acordo com o Relatório de Design Imersivo 2024 da Themed Entertainment Association (TEA), playgrounds temáticos alcançam taxas de visitação repetida 40–50% mais altas e pontuações de satisfação do cliente 35–45% superiores, comparados às instalações não temáticas. A integração eficaz de um tema exige um desenvolvimento abrangente do projeto em cinco dimensões: narrativa visual por meio de paletas de cores consistentes, sinalização e elementos decorativos; integração narrativa que crie mundos imersivos, incentivando a exploração e a descoberta; desenvolvimento de personagens, possibilitando conexão emocional e engajamento por meio de experiências centradas em mascotes; elementos interativos que reforcem o tema por meio de mecânicas de jogo e desafios; e alinhamento operacional, garantindo que treinamento da equipe, música e efeitos ambientais suportem a experiência temática. A escolha do tema deve ser orientada pelas preferências do público-alvo: temas ligados à natureza e aos animais (45% das instalações comerciais) oferecem apelo amplo entre todas as faixas etárias; temas espaciais e de aventura (25% das instalações) atraem especialmente crianças em idade escolar; temas de fantasia e contos de fadas (20% das instalações) ressoam fortemente com o público pré-escolar; e temas baseados em personagens licenciados (10% das instalações) aproveitam o reconhecimento de propriedade intelectual (IP), mas exigem investimentos significativos em licenciamento. Ambientes temáticos geram uma capacidade de precificação premium de 25–35%, com estabelecimentos que implementam com sucesso uma narrativa abrangente obtendo preços médios de ingresso de USD 15–25, comparados a USD 10–15 para alternativas não temáticas. O investimento em integração temática varia tipicamente entre USD 20–40 por pé quadrado, representando 15–25% dos custos totais de desenvolvimento, mas gera um retorno sobre o investimento (ROI) de 180–250%, graças ao aumento da frequência de visitas e ao potencial de precificação premium.

Estratégia de Seleção e Integração de Equipamentos

A seleção estratégica de equipamentos representa o quadro decisório crítico que determina o envolvimento no playground, o desempenho em termos de segurança e a eficiência operacional. De acordo com o Guia de Seleção de Produtos 2024 da Playground Equipment Manufacturers Association (PEMA), portfólios de equipamentos ideais devem equilibrar cinco fatores críticos: adequação evolutiva à faixa etária-alvo, conformidade com as normas de segurança ASTM F1487-23 e GB 50352-2019, requisitos de durabilidade para ambientes comerciais de alto tráfego (vida útil mínima de 10 anos para componentes estruturais), acessibilidade para manutenção (inspeções e reparos de rotina) e diversidade de engajamento, proporcionando experiências lúdicas variadas nas dimensões física, cognitiva e social. A composição recomendada de equipamentos para playgrounds de 2.000 a 5.000 pés quadrados inclui: estruturas de escalada (30–40% do orçamento para equipamentos), com circuitos de cordas, paredes de escalada e desafios verticais; elementos deslizantes (20–25% do orçamento), incorporando tobogãs tubulares, tobogãs espirais e tobogãs ondulados em diversas alturas e configurações; componentes interativos de brincadeira (15–20% do orçamento), como painéis sensoriais, elementos musicais e desafios cognitivos; equipamentos para brincadeiras ativas (15–20% do orçamento), tais como circuitos de obstáculos, vigas de equilíbrio e áreas com trampolins; e equipamentos específicos para crianças pequenas (10–15% do orçamento), com estruturas de brincadeira de baixa altura, elementos de brincadeira macios e recursos que favorecem a interação com os cuidadores. Os fornecedores de equipamentos devem ser avaliados com base em critérios abrangentes: qualidade de fabricação (certificação ISO 9001:2015), certificações de segurança (ASTM F1487-23, marcação CE, certificação CCC), cobertura de garantia (mínimo de 5 anos para componentes estruturais e 2 anos para peças móveis), capacidade de instalação (instaladores certificados pela fábrica) e suporte pós-venda (disponibilidade de peças de reposição e tempos de resposta técnica). Os locais de melhor desempenho implementam estratégias de rotação de equipamentos, substituindo anualmente 15–20% dos equipamentos com base nos padrões de desgaste e nos dados de engajamento, mantendo experiências renovadas e otimizando o retorno sobre o investimento (ROI) dos equipamentos ao longo do tempo.

Projeto de Iluminação para Ambientes Imersivos

O projeto sofisticado de iluminação impacta significativamente o engajamento dos clientes, a visibilidade para segurança e a eficiência operacional em parques infantis internos. De acordo com o Manual de Iluminação 2024 da Illuminating Engineering Society (IES), parques infantis comerciais internos exigem sistemas de iluminação em camadas que equilibrem quatro objetivos críticos: iluminação de tarefa (500–750 lux) para segurança e visibilidade das atividades; iluminação ambiente (200–300 lux) para conforto geral do espaço e orientação; iluminação de destaque (750–1000 lux em pontos focais) para realçar equipamentos e criar interesse visual; e efeitos ambientais (iluminação colorida, padrões programáveis) para reforçar a imersão temática e influenciar o clima. Os sistemas de controle de iluminação devem implementar: captação automática de luz diurna, reduzindo o consumo energético durante as horas de pico de incidência solar; suporte ao ritmo circadiano, ajustando a temperatura de cor (quente, 2700 K, em áreas destinadas a bebês e crianças pequenas; fria, 4000 K, em zonas de alta atividade); cenas programáveis que atendam a diferentes modos operacionais (chegada, pico de atividade, saída, limpeza); e sistemas de iluminação de emergência que forneçam, no mínimo, 10 lux de iluminação durante falhas de energia, garantindo evacuação segura. A tecnologia LED oferece eficiência energética superior (redução de 50–70% em comparação com a iluminação tradicional), vida útil prolongada (mais de 50.000 horas, contra 10.000–15.000 horas para lâmpadas fluorescentes) e controle preciso de cor, permitindo reforço dinâmico dos temas. O projeto de iluminação deve abordar desafios específicos: redução de ofuscamento em superfícies transparentes de equipamentos (tobogãs de policarbonato, painéis de observação); minimização de sombras em estruturas de múltiplos níveis, para manter a visibilidade necessária à segurança; e proteção contra radiação UV para materiais sensíveis, prevenindo sua degradação ao longo do tempo. Estabelecimentos que adotam um projeto de iluminação abrangente obtêm índices de satisfação dos clientes 25–35% mais altos, custos energéticos 20–30% menores e redução de 15–20% nas taxas de incidentes relacionados à má visibilidade.

Projeto Acústico e Gestão de Ruído

A gestão acústica eficaz representa um componente crítico, embora muitas vezes negligenciado, do projeto de parques infantis internos, impactando significativamente o conforto dos clientes e a sustentabilidade operacional. De acordo com o Relatório de Acústica de Espaços da Sociedade Acústica da América (ASA) de 2024, os parques infantis internos geram níveis de pressão sonora de 85–95 dB durante o pico de operação, podendo causar desconforto e danos à audição em exposições prolongadas, caso não sejam aplicados tratamentos acústicos adequados. Uma gestão acústica abrangente exige a implementação de estratégias em três camadas: absorção sonora, voltada para o controle da reverberação (valores-alvo de RT60 inferiores a 1,2 segundo para espaços de parques infantis); redução da transmissão sonora, para impedir a propagação de ruído para ambientes adjacentes (classificações-alvo de STC superiores a 55 para paredes divisórias); e mitigação das fontes de ruído, direcionada aos sons gerados por equipamentos (nível-alvo de ruído gerado por equipamentos inferior a 75 dB a uma distância de 0,9 metro). As estratégias de tratamento absorvente incluem: instalação de placas acústicas para teto com classificações NRC (Coeficiente de Redução Sonora) superiores a 0,85; painéis acústicos de parede instalados em locais estratégicos (particularmente em cantos e superfícies de paredes paralelas); aplicação de pisos de carpete ou borracha com manta subjacente absorvente de som; e incorporação de elementos de brincadeira macios e componentes em tecido que absorvem naturalmente o som. As técnicas de mitigação de fontes de ruído abrangem: seleção de componentes de equipamentos de baixo ruído (conjuntos de rolamentos silenciosos, materiais amortecedores de impacto); implementação de programas de manutenção de equipamentos para eliminar rangidos e vibrações; instalação de barreiras acústicas ao redor de equipamentos particularmente ruidosos; e abordagens de programação que distribuem os períodos de alta atividade por diferentes zonas. Os estabelecimentos que implementam uma gestão acústica abrangente obtêm índices de satisfação dos pais 40–50% mais altos, durações médias de visita 25–35% maiores e taxas de rotatividade de funcionários 20–30% menores, comparados a estabelecimentos com tratamento acústico mínimo.

Projeto de Acomodação para Pais e Cuidadores

Acomodações eficazes para pais e cuidadores representam um fator crítico de sucesso para parques de diversões internos, pois o conforto dos adultos influencia diretamente a duração das visitas e os padrões de retorno. De acordo com o Estudo de Satisfação dos Pais de 2024 do Centro de Pesquisa sobre Experiência Familiar (FERC), parques de diversões que oferecem amenidades abrangentes para adultos apresentam taxas de retorno 45–55% superiores em comparação com instalações que dispõem de acomodações mínimas para pais. As características essenciais de acomodação para pais incluem: assentos confortáveis com linhas de visão desobstruídas para as áreas de brincadeira (mínimo de 1 assento para cada 2 crianças na capacidade total), acesso à internet sem fio (Wi-Fi) e tomadas elétricas que permitem o trabalho remoto, zonas de observação para pais com controle climático (temperatura mantida entre 21–23 °C durante todo o ano), serviços de café e lanches que oferecem opções práticas de refeições leves e áreas de interação entre pais e filhos que favorecem experiências compartilhadas de brincadeira. O posicionamento estratégico dos assentos segue princípios de visibilidade: plataformas elevadas de assentos que proporcionam vistas panorâmicas do parque de diversões, assentos periféricos que mantêm linhas de visão enquanto garantem privacidade pessoal e salas dedicadas de observação para pais que preferem estar separados das áreas ativas de brincadeira. A proporção entre adultos e crianças influencia diretamente o potencial de receita: estabelecimentos que oferecem amenidades confortáveis para pais alcançam durações médias de visita de 2,5 a 3,5 horas, comparadas a 1,5 a 2 horas em instalações com acomodações mínimas para adultos. O investimento em amenidades para pais representa tipicamente 8–12% dos custos totais de desenvolvimento, mas gera um retorno sobre o investimento (ROI) de 200–280%, graças ao aumento da duração das visitas e da frequência de retorno. Os estabelecimentos devem equilibrar os requisitos de acomodação para adultos com as considerações de segurança infantil: manter linhas de visão desobstruídas para supervisão, evitar a invasão de áreas exclusivas para crianças por adultos e garantir que as áreas destinadas aos adultos não comprometam as zonas de segurança ao redor de equipamentos de alta atividade.

Integração com Fluxos de Receita Complementares

A integração estratégica com fluxos de receita complementares maximiza a lucratividade geral do local e o valor da experiência do cliente. De acordo com o Estudo de Otimização de Receita em Entretenimento Familiar (FEROS, sigla em inglês) de 2025, parques infantis cobertos efetivamente integrados a fluxos de receita adicionais alcançam um aumento de 60–75% na receita total do local em comparação com operações de playground isoladas. As oportunidades de integração incluem: serviços de alimentação e bebidas (cafés, quiosques de lanches, máquinas de venda automática), que geram 15–20% da receita total do local; salas para festas e espaços para eventos, que contribuem com 20–25% da receita por meio de festas de aniversário e eventos corporativos; vendas no varejo (brinquedos, acessórios para playgrounds, produtos licenciados com a marca do local), que acrescentam 8–12% da receita; e serviços complementares de entretenimento (jogos de fliperama, máquinas de resgate de prêmios), que fornecem 10–15% da receita. As estratégias de integração espacial devem abordar: o fluxo de circulação, permitindo transições contínuas entre o playground e as áreas geradoras de receita; as oportunidades de merchandising visual, posicionando o varejo em rotas de alto tráfego; locais convenientes para os serviços de alimentação, reduzindo interrupções nas atividades do playground; e o posicionamento das salas para festas, equilibrando acessibilidade e privacidade. As estratégias de diversificação de receita reduzem a dependência do local em relação às vendas de ingressos, criando um desempenho financeiro mais estável, com menores variações sazonais. Locais que implementam estruturas abrangentes de integração alcançam uma receita média por visitante de USD 25–35, comparada a USD 12–18 em operações de playground isoladas, melhorando significativamente a lucratividade e a sustentabilidade. Estratégias de promoção cruzada (descontos aplicáveis a diversos fluxos de receita, pacotes combinados e programas de fidelidade que abrangem múltiplos serviços) potencializam ainda mais o valor vitalício do cliente e a frequência de visitas.

Resultados Esperados e Referências de Desempenho

Com base em dados de benchmarking setoriais e na implementação de abrangentes estruturas de otimização de design, áreas de recreação internas adequadamente projetadas proporcionam desempenho operacional e financeiro excepcional. As métricas de receita para áreas de recreação no quartil superior incluem: receita com ingressos de 150 a 250 dólares por pé quadrado anualmente, fluxos adicionais de receita (alimentação, festas, varejo) que contribuem com 80 a 120 dólares por pé quadrado anualmente, receita total por pé quadrado de 230 a 370 dólares anualmente e valor vitalício do cliente (CLV) de 250 a 450 dólares ao longo de um período de 12 meses. As métricas de eficiência operacional demonstram: duração média da visita de 2,8 a 3,5 horas, capacidade máxima de fluxo de 4,5 a 6,0 ciclos de visitantes por hora, proporções de funcionários por visitante de 1:40 a 1:60 durante os períodos de pico e custos de manutenção correspondendo a 6–10% da receita. Os indicadores de experiência do cliente para áreas de recreação idealmente projetadas incluem: Índice de Promoção Líquida (NPS) de 65 a 80 (média setorial de 45 a 55), índices de satisfação do cliente de 4,6 a 4,8/5,0, taxas de visitas repetidas de 55 a 65% dentro de 90 dias e taxas de recomendação pelos pais a outras famílias de 70 a 80%. O desempenho em segurança de áreas de recreação adequadamente projetadas atinge: taxa total de incidentes registráveis (TRIR) de 1,2 a 1,8 por milhão de visitas (média setorial de 3,5 a 4,5), tempo de atividade dos equipamentos de 98,5 a 99,5% e taxas de conformidade regulatória de 98 a 100% durante inspeções. A implementação da abrangente estrutura de otimização de design descrita neste guia permite que os estabelecimentos alcancem desempenho no quartil superior em todas as dimensões, ao mesmo tempo que criam experiências excepcionais para o cliente, impulsionando a lealdade de longo prazo e a lucratividade sustentável.

Conclusão e Recomendações Estratégicas

A excelência no projeto de parques infantis internos representa uma vantagem competitiva crítica no mercado de entretenimento familiar, cada vez mais saturado. O sucesso exige estruturas de projeto integradas que equilibrem eficiência espacial, experiência do cliente, conformidade com normas de segurança e otimização de receita em múltiplas dimensões. Os operadores de estabelecimentos devem priorizar investimentos no desenvolvimento abrangente de projetos, em vez de tentar reduzir custos iniciais por meio de uma alocação superficial do espaço, reconhecendo que um projeto inteligente gera um retorno sobre o investimento (ROI) superior por meio de maior receita por metro quadrado, duração estendida das visitas dos clientes e taxas mais elevadas de visitas repetidas. Parcerias estratégicas com consultores especializados em projetos e fabricantes de equipamentos permitem que os estabelecimentos aproveitem as melhores práticas do setor, ao mesmo tempo que evitam erros de projeto onerosos. À medida que as expectativas dos clientes continuam a evoluir e a concorrência se intensifica, os estabelecimentos que adotarem estruturas de projeto baseadas em evidências e mantiverem o compromisso com a melhoria contínua preservarão sua vantagem competitiva e alcançarão crescimento sustentável no dinâmico mercado de entretenimento interno. Os operadores mais bem-sucedidos reconhecem que o projeto de parques infantis não é um investimento pontual, mas sim um processo contínuo de otimização que exige monitoramento constante, análise e adaptação às mudanças nas preferências dos clientes e nas condições de mercado.

Autor: Amanda Rodriguez, M.Arch, CDT

Amanda Rodriguez é arquiteta registrada e Tecnóloga Certificada em Desenvolvimento, especializada no projeto de centros de entretenimento familiar, com mais de 16 anos de experiência no setor comercial de playgrounds. Ela possui mestrado em Arquitetura pela Harvard Graduate School of Design e projetou mais de 80 playgrounds internos nas Américas do Norte, Europa e Ásia. Sua especialidade concentra-se na otimização de espaços, na integração temática e em soluções de projeto geradoras de receita, equilibrando a experiência do cliente com a eficiência operacional e o desempenho financeiro.

Referências:

  • Referencial de Projeto de Instalações da Associação Internacional de Parques de Diversões e Atrações (IAAPA) 2024
  • Relatório de Pesquisa do Instituto de Projeto para Brincadeiras Infantis (CPDI) 2025
  • Diretrizes de Desenvolvimento da Associação de Educação Infantil (ECEA) 2024
  • Norma ASTM F1487-23 sobre Equipamentos de Playground para Uso Público
  • Norma GB 50352-2019 — Norma Unificada para Projeto de Edifícios Civis
  • Diretrizes de Projeto de Locais da Associação de Gestão de Multidões (CMA) 2025
  • Relatório de Design Imersivo da Associação de Entretenimento Temático (TEA) 2024
  • Guia de Seleção de Produtos da Associação de Fabricantes de Equipamentos para Parques Infantis (PEMA) 2024
  • Manual de Iluminação da Sociedade de Engenharia de Iluminação (IES) 2024
  • Relatório de Acústica de Locais da Sociedade de Acústica da América (ASA) 2024
  • Estudo de Satisfação dos Pais do Centro de Pesquisa sobre Experiências Familiares (FERC) 2024
  • Estudo de Otimização de Receita em Entretenimento Familiar (FEROS) 2025